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Mande um email para o autor deste testemunho - elogie, apóie, conforte ou saiba maisDoralino Jose
No dia 18 de julho de 2006, me acidentei com um arame farpado o qual me furou um dos dedos de minha mão direita, após dois dias procurei o hospital de emergência em minha cidade (Unidade Mista), onde fui atendido e foi feita a retirada do pele de meus dedos e de parte da palma de minha mão e feito o curativo da área, pois já estava bastante inflamada e de uma cor diferente. No outro dia fui novamente ao hospital, pois minha mão estava muito inchada e doendo bastante. O médico de plantão examinou-me e me encaminhou para um especialista na cidade de Recife o qual me internou no Hospital da Restauração, onde fiquei por três dias, no dia 24 de julho de 2007. Fui encaminhado para o Hospital de Aeronáutica em Recife, pois sou militar da Aeronáutica. Fui examinado por outro especialista que me disse: "o estado de sua mão não está nada bom, talvez seja necessário amputá-la e talvez até o braço, pois o seu dedo esta em situação lamentável". Pedi ao médico que fizesse o possível, mas não amputasse minha mão, nem tampouco o meu braço, pois eu tinha fé e certeza que Deus ia me curar. No dia 25 de julho de 2007, às onze horas da manhã eu entrei no bloco cirúrgico, diabético que sou, minha glicose subiu para 396 naquele dia, não sou hipertenso mais minha pressão subiu para 15 por 17, com isso minha situação agravou-se ainda mais. Naquele momento o médico resolveu debridar os meus dedos e a palma de minha mão. Sai do bloco cirúrgico às treze horas, com a mão e parte do braço enfaixado e ainda meio sonolento, aproximadamente às quinze horas comecei a chorar, pois pensei que haviam retirado meus dedos e até mesmo minha mão, pois até aquele momento não consegui ver o que tinha sido feito. Foi quando o médico cirurgião chegou e disse-me, devido ao meu pedido e as minhas condições clinica (glicose 396 e pressão 15 X 17) ele só tinha debridado minha mão, mas que eu tivesse fé, pois se dentro de quarenta e oito horas minha mão não reagisse, na sexta-feira as sete e trinta ele ia amputar o braço para evitar que eu viesse a falecer devido à infecção. Na quinta feira dia vinte e sete de julho talvez tenha sido o pior dia de minha vida, pois só esperava que chegasse a sexta feira que ia ser o grande dia, mas digo em momento algum não deixava de falar com Deus e uma resposta por parte de Deus até aquele momento não havia chegado. Terminou a quinta-feira e nada, passou a noite e eu não dormi, quando foi por volta das cinco e meia da manhã já na sexta feira eu adormeci, mas às seis horas acordei com um canário que cantava tão alto em uma planta que ficava em frente à janela do meu apartamento, que eu resolvi sair do quarto e fui para um lugar próximo ao jardim. Aquele canário veio e ficou perto de mim cantando e eu só chorava, foi quando, Deus falou comigo em voz bem alta dentro de meu coração "FILHO TENHA CORAGEM". Ao ouvir essa voz senti um calor que vinha de dentro de mim e continuei a chorar, só que daquele momento em diante era um choro de alegria. Voltei para o meu apartamento, minha esposa encontrava-se dormindo ao lado de minha cama, foi quando a acordei e disse: estou curado, quando o médico chegar para examinar minha mão ele vai dizer que não será preciso amputá-la, pois foi o que Deus acabou de me dizer. Às oito e trinta quando o médico chegou e mandou o enfermeiro tirar as bandagens, ficou de um modo tal que até eu fiquei espantado. Após algum tempo ele mesmo me disse - rapaz, você tem muita fé mesmo, pois Deus curou sua mão e não vai ser preciso tirar mais nada dai, agora é só você se cuidar e pronto. Passei ainda mais dezoito dias ligado em uma máquina que controlava a medicação, pois a cura foi tão perfeita que não foi preciso enxerto em nenhuma parte, as carnes de minha mão e de meus dedos cresceram de um modo tal que hoje eu digo - "Deus me deu novos dedos e nova mão". Toda parte médica desse ocorrido está em meu prontuário nos seguintes lugares: Hospital Mendo Sampaio do Cabo de Santo Agostinho - Pernambuco, período 18 a 20 jul 2006; Hospital da Restauração de Recife - Pernambuco, período 21 a 23 jul. 2006; Hospital de Aeronáutica do Recife - Pernambuco, período 24 jul a 08 Ago. 2007 e de agosto em diante no Posto de Saúde de Pirapama - Cabo de Santo Agostinho - Pernambuco, que foi a fase de curativos e acompanhamentos especializados. Obrigado ao meu Deus, a minha mãe, a minha esposa e companheira em todos os momentos Marta, a toda minha família, aos meus amigos e aos irmãos de todas as Igrejas que intercederam por mim e em particular ao meu Pastor José Rodrigues, ao Pastor Jurandir Rangel, ao Pastor Julio de Barreiros, a Igreja Pentecostal Assembléia de Deus em Pirapama - Cabo, Igreja Batista Missionária em UR-11 - Recife, Assembléia de Deus em Pirapama - Cabo, Igreja Comunidade da Graça em Barreiros e a todos que direta ou indiretamente tem orado pelos enfermos, pois eu digo Irmãos suas orações tem surtido efeito. Deus vos abençoe.
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Segunda - 18/12/2017 - 08:59:28