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Mande um email para o autor deste testemunho - elogie, apóie, conforte ou saiba maisNiobe Gomes do Vale
ORAÇÃO INTERCESSÓRIA... “ Os que confiam no Senhor são como o monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre”. Em 2003, eu e meu esposo tivemos uma surpresa, descobrimos que eu estava esperando o nosso segundo filho, pois o mais velho na época estava com 6 anos. Foi a maior alegria e esperávamos o nosso bebe com a maior ansiedade. Nasceu em 20 de setembro de 2003, ficamos no hospital por dois dias e ao voltar para casa a minha irmã ficou nos alertando que ele estava com icterícia, e voltamos ao hospital. De imediato ele ficou internado. O médico nos disse que era somente uma icterícia e que banho de luz resolveria. O meu filho a cada instante piorava e nada de melhoras, exames e mais exames eram feitos e nada e eu fui me apavorando. Quando já estava com onze dias com ele internado a enfermeira-chefe veio vê-lo, ao ver a sua situação levou um susto e de imediato já transferiu para Salvador. Na época morávamos em Muquém do São Francisco e o nosso filho nasceu no Hospital Regional de Ibotirama. O nosso Deus é tão grandioso e agiu em nossas vidas e começou a operar milagres na vida do nosso bebe tão logo saímos de Ibotirama. Íamos sair para Salvador pela manhã, mas o médico esqueceu-se de assinar a transferência e saiu e tivemos que deixar para sair depois do almoço, quando ele voltaria para assinar. Na estrada a ambulância balançava e dava tombos devido a estrada ruim e o nenê a cada instante piorava. O seu sangue já estava parecido com salmoura de tão fino. Fomos com destino ao hospital Roberto Santos, mas ao chegar a surpresa: O Hospital acabara de ser interditado. Houve uma infecção hospitalar no berçário e todos bebes internados a maioria morreu. Isso foi noticia no Jornal Nacional em 1º de outubro de 2003. Se o meu filho tivesse chegado lá antes, talvez seria daquelas crianças que faleceram. Passamos por quatro hospitais buscando uma vaga já que o Roberto Santos não pode recebê-lo e não encontramos vagas. Resolvemos passar no Iperba-Hospital P. da Bahia e lá Deus preparou um berço para o nosso bebe. No berçário são 20 berços e tinha somente um desocupado. Nosso filho ficou internado e nós precisamos procurar um lugar para ficar. Foi uma benção uma mulher que não nos conhecia nos acolher e dar a dormida. Durante o dia ficávamos no hospital. A transfusão foi feita pelo umbigo do nenê, exames eram feitos pela manha e tarde, ele chorava muito, ficou todo picado de agulhas, mãos, braços, cabeça... doía muito esse sofrimento. A médica nos disse que nosso filho se sobrevivesse precisaria de transplante de fígado, que a vida dele era como uma pequena luz no fim do túnel e que não nos daria esperanças, insistiu que voltássemos para a nossa cidade e qualquer coisa ela nos ligaria. Aquilo foi como um balde de água fria. Mas insisti que iria ficar e esperaria até o último instante. Liguei para os meus familiares e pedi que orassem e todo mundo que encontrassem pedissem para orar. Mais uma surpresa, ao chegarmos ao hospital estava o maior alvoroço entre a equipe médica quando me viram ficaram me olhando de forma estranha, e não consegui nem cumprimentá-los fui procurar o meu filho. Passei por todos os berços e não achei, voltei olhando e mais uma vez não achei e vim encontrar com o meu marido na porta já com o sentimento de perda, quando vi por cima do ombro do meu esposo, do outro lado do vidro o meu pequeno Neivson. A alegria foi tamanha que não consigo explicar. Mas a equipe médica nos chamou e disse que algo inexplicável acontecera. O nosso filho estava com uma virose no sangue, acúmulo de bilirrubinas no fígado que o deixou com um tamanho anormal para um bebe, por isso o transplante sugerido antes.. O meu sangue é O negativo e do meu esposo A positivo. Tomei uma vacina para prevenir que ocorressem problemas, mas não se explica o que ocorreu, o porquê do meu filho desenvolver o kernyterus. E milagrosamente da noite para manhã desapareceu todos os problemas e não se explicava o que acontecera. A médica pediu-nos para refazer todos os exames em um laboratório particular e o resultado fora o mesmo. Não havia doença nenhuma na criança. Naquele dia Deus nos mostrou que aqueles que confiam Nele, independente do que aconteça Ele está no controle. Nosso filho hoje com sete anos tem paralisia cerebral, mas é o nosso maior tesouro. Aprendemos muito com ele: amar, perdoar, lutar, querer, orar, buscar,.. Hoje somos uma família diferente do que o éramos. Deixamos Deus agir e operar e confiamos que Deus tem mais surpresas para nós com o nosso Neivson.
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Sabado - 17/11/2018 - 23:51:58