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Mande um email para o autor deste testemunho - elogie, apóie, conforte ou saiba maisCustódio Alves Barreto Neto
Livre de um assalto.
No ano de 1999, fui a pedido do saudoso Coronel e Pastor Paulo de Tarso, representar a Associação dos PMs de Cristo, em um culto de ação de graças em uma igreja no bairro de Novo Horizonte, São José dos Campos, cidade onde resido. Após o final do culto, fui abordado por um adolescente que beirando uns 13 a 14 anos, disse-me que tinha um recado de Deus para mim, informando-me que havia uma coluna a minha direita e outra a minha esquerda, e um escudo a minha frente. Informou-me ainda que eu seria cercado por uma quadrilha e era para eu não temer, pois Deus estaria me livrando e nada aconteceria comigo. Fui para casa meditando no recado dado por aquele garoto, e confesso-lhe que fiquei muito incrédulo, pois, além da pouca idade daquele garoto, eu havia sido apresentado como policial e julguei que seria muito obvio afirmar que um policial venha a se confrontar com marginais. Chegando em casa comentei o acontecido com minha esposa e confessei a ela minha incredulidade quanto ao recado dado pelo jovem, e imediatamente, ela olhando para mim afirmou: vigie e ore, pois o Senhor falou contigo. Confesso que imediatamente um temor se apossou de meu coração a ponto de meu batimento cardíaco acelerar. Naquele ano estava fazendo um curso em São Paulo e como moro em São José dos Campos, viajava todos os dias. Numa sexta feira recebi um convite do Capitão Terra para comparecer ao culto do sétimo aniversário dos PM de Cristo, e informou-me que havia alguns policiais que haviam comprado meu livro e gostariam que fosse autografado. Permaneci para participar do culto e por volta das 21:30hs o Capitão Terra me deu uma carona até a rodoviária do Tiete. Antes de desembarcar do carro, Terra orou pela minha viagem, abençoando a mim e a todos os passageiros do ônibus. Embarquei no ônibus das 22:00hs destino a São José dos Campos e no inicio da viagem apanhei o novo testamento dos Gideões, e comecei a ler 2º Coríntios. Li do capítulo primeiro ao sexto, porém quando lia o capítulo primeiro, meu coração começou a arder quando refletia no texto do capítulo um, quando, Paulo nos afirma que as nossas tribulações servem para consolarmos aqueles que porventura estiverem passando as mesmas tribulações. Após o primeiro pedágio da rodovia Airtom Senna, três jovens levantaram e de armas em punho anunciaram que era um assalto. O primeiro assaltante rendeu o motorista e permaneceu todo o tempo ao seu lado. Rapidamente os outros dois assaltantes foram recolhendo todos os celulares e dinheiro, e após, começaram a revistar todas as bolsas e apanhar aquilo que lhes convinha. Avisaram que se encontrasse algum policial eles iriam matar, e que se havia ali algum policial era para se manifestar, e se estivesse armado era para entregar a arma, pois se encontrassem algumas armas eles também iriam matar aquele que a portava. Eu não estava armado, mas na minha carteira estava minha funcional da polícia e meu holerite, e imaginei que se eles encontrasse, iriam me matar mesmo, sendo assim me calei não me identificando. Um dos marginais apontando a arma no meu peito, perguntou onde estava minha carteira e levantando o novo testamento, falhei-lhe que primeiramente queria lhe entregar o novo testamento. Ele afastou o revolver do meu peito e perguntou o que era aquilo, e lhe afirmei que era a Palavra de Deus. Ele me perguntou se eu era crente e lhe afirmei que eu era um servo do Senhor Jesus Cristo. Naquele momento ele me pediu desculpas e falou para os seus amigos, --“não meche com este aqui, pois ele é crente”. Aqueles assaltantes ficaram uns quarenta minutos no ônibus e levaram quatro bolsas cheias. Porém, não me roubaram e também não roubaram as pessoas que estavam a minha direita e a minha esquerda, cumprindo-se aquilo que Deus havia me falado pela instrumentalidade daquele adolescente. Após os assaltantes deixaram o ônibus, começou uma gritaria e choradeira, e imediatamente me levantei dizendo às pessoas que não ficassem desesperadas, pois Deus havia preservado todas as vidas e apenas havíamos perdido bens materiais, afirmei que iria orar agradecendo a Deus pelas nossas vidas, e uma pessoa gritou que eu não iria orar coisa nenhuma.Neste momento um jovem bem forte se levantou próximo daquela pessoa, dizendo: ele vai orar sim! E olhando para mim disse: ora aí pastor! Agradeci pelas nossas vidas, pelos nossos familiares, esposas e filhos que iríamos encontrar. Pedi que Deus restituísse em dobro tudo aquilo que havia sido roubado. Além de ser preservado de todo e qualquer dano, ainda pude testemunhar a todos da misericórdia de Deus. Aleluia.
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Segunda - 18/12/2017 - 08:55:41