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Mande um email para o autor deste testemunho - elogie, apóie, conforte ou saiba maisMax Pond
Testemunho - Max Pond Testemunho da minha conversão, dada no ano de 1994 resultado de inumeras tentativas de reconciliação da parte de Deus para com minha vida. Sexo, Drogas, música, ocultismo, seitas... o lado negro da vida. Mas as trevas foram cheias de uma maravilhosa luz que mudou todas as coisas. Max Pond ” Assim diz o Senhor: Eis que acabarei o cativeiro das tendas de jacó e apiedar-me-ei das suas moradas; e a cidade será reedificada sobre o seu montão, e o palácio permanecerá como habitualente. E sairá deles o louvor e a voz de júbilo; e multiplicá-los-ei, e não serão diminuídos; e glorificá-los-ei, e não serão humilhados. E seus filhos serão como na antiguidade, e a sua congregação será confirmada perante o meu rosto; e punirei todos os opressores. E o seu principe será deles; e o seu governador sairá do meio deles, e farei aproximar, e ele se achegará a mim; porque quem é aquele que se tem empenhado em se achegar a mim? _diz o SENHOR. E ser-me-eis por povo, e eu vos serei por Deus. Jeremias 30:18-22 Pai norte-americano, mãe brasileira. O filho é criado pela avó materna a quem passa a chamar de mãe. O pai, é na verdade o avô e tudo o que tem parece ser de mentira. Como pode uma história assim dar certo? É realmente impossível aos olhos dos homens, mas Deus mudaria tudo isso em um futuro bem próximo. Eu ainda tinha uns quatro anos de idade, quando um sonho me veio durarante a noite, e que permaneceria em minha mente por toda a vida. Eu não sabia, mas Deus me havia mostrado todas essa história em um sonho. É difícil acreditar que alguém possa lembrar de um sonho acontecido em idade tão pequena, mas posso assegurar-lhes que me lembro, e o faço como se estivesse vendo tudo novamente, em tempo real, como em um filme. Era uma casa grande e cheia de quartos; e tudo parecia muito velho e destruído. Sugeira se amontoava por todos os comodos, assim com a escuridão da casa, por está completamente fechada, apesar de eu poder ver frestas fortes de luz do lado externo. Eu caminhava por todo o corredor da casa, e um sentimento de pavor me invadia, pois a casa era ssustadora. O que me chamava atenção e me movia até o outro lado da casa, era exatamente o som de batidas na última porta, que ficava de frente ao corredor, no fim da casa. Quem quer que estava batendo tinha pressa, pois as batidas eram constantes e mostravam bastante ansiedade. por fim abri a porta, e uma luz que me impedia de enxergar invadiu todo o recinto. Lá do lado de fora, um homem muito maior do que a casa irradiava essa luz. Ele fez um único movimento, de onde tirou uma rosa vermelha e me entregou; emoções afloravam desse encontro, quando esse homem com vestes de luz me estendeu a sua mão e me tirou da casa. E a casa ficou linda e limpa depois que a luz entrou. Os anos se passaram, o corpo cresceu, e com ele as decepções não paravam de me sufocar, pregando uma peça após a outra. A mais forte delas foi quando meu avô, ao qual sempre chamei de pai, por ter me criado desde quando eu ainda era um bebezinho recém nascido, saiu de casa, indo morar com uma mulher bem mais nova que ele em Aracajú, capital do estado de Sergipe. Escola particular, viagens de férias, clubes… tudo isso passa a não fazer parte de nossa realidade. Então, com o coração magoado e cheio de duvidas, deixo a rotina de acompanhar minha mãe-avó à igreja, para começar a me enveredar por um caminho de revolta e escuridão. Para esquecer um pouco da vida, os amigos ofereciam com fartura todo tipo de “diversão” que alguém naquelas situação iria até mesmo pagar caro para ter. Adormecido pelo uso de drogas como: Alcóol, cigarro, maconha, lança-perfume, cocaína, LSD e chá de cogumelo, me entorpeci para esquecer que tudo aquilo estava doendo. Me acostumei a viver longe do Senhor, logo, também me afastei de casa, e em constantes viagens à cidade de Alto Paraiso em Goiás, cidade localizada na chapada dos veadeiros, conhecida como paralelo 21, centro da magia do planeta, comecei o meu envolvimento com ceitas misticas, baixo espiritismo, até começar o envolvimento com a chamada magia negra, ocultismo ou satanismo. Me tornei não só um simpatizante do diabo, como comecei o evocar como troca, para que me protegesse e me tronar-se forte e poderoso. Os inimigos eram muitos, visto que logo me envolví também com o tráfico, já que um abismo chama outro abismo. O quarto da casa onde quase não ia mais, se tronou um altar, onde crânios e insenço eram oferecidos para abrir caminho. Livros de bruxaria, de seitas orientais, xamanismo, vampirismo passara a ser uma obseção e as paredes do quarto foram cobertas por dezenhos de demônios, para que assim tivessem liberdade naquele lugar. Em vez de me curar, paresse que a dor e o sofrimento só aumentavam, e como Adão, eu me escondia mais e mais de Deus, deixando um buraco dentro de mim, uma lacuna enorme, um desejo de respirar, mas o ar acabava. Eu estava morrendo! Me lembro que um dia eu tentei colocar um disco de vinil (era tudo que existia na época), Vencedores por Cristo, mas o disco simplesmente voou de minha mão, se espatifando na parede, e ficando apenas uma parte inteira. Os demônios incorporavam pessoas do meio, e sempre me ameaçavam, dizendo que iriam me matar, pois eu estava intentando traí-los. E para me punir, ao acordar após uma festa que tinha dado para os Punks, amigos e colegas de movimento (Movimento Anarco-punk de Brasília), encontreo o ALF, meu fila Brasíleiro, em uma cena que nunca esquecerei: Com a lingua fora da boca, retorcido, com as patas dianteiras viradas para uma direção, e as traseiras para o lado oposto. Chorei muito aquele dia, me droguei e bebi muito também, e amanheci na sarjeta, no maio da rua, onde acabei fazendo rotineiramente nos próximos anos. A coisa começou a apertar pro meu lado, quando ao fugir de casa com uma namorada, indo para a Cidade ocidental, próximo a Luziânia em Goiás, ví as notícias na tv do desaparecimento e suposto sequestro. Não deu outra, lá estava eu detido na DCA (delegacia da Criança e do Adolescente), o que me deixou irado, e passei a odiar polícia. Logo depois, uma moça foi estuprada, enforcada e morta com uma guia de cachorro, e mais uma vez fui suspeito, pois tudo o que acontecia em Sobradinho (cidade satelite de Brasília) era atribuido ao Shakal, codinome colocado pelos colegas do movimento punk e logo temído por toda a região. Enfrentamentos com políciais, guerras entre gangues, conflitos com traficantes… guerra e mais guerra. Perdi os amigos, perdi o resto de família, e por fim não tinha mais onde ficar, então quando não estava dormindo na casa de um colega, estava na rua, em algum banco de praça ou em baixo de algum prédio de apartamentos me abrigando do sereno e da chuva. Minha avó-mãe, me vendo daquele geito, orava de joelhos na porta do quatro, onde era raro me encontrar. Em lágrima, ela pedia ao Senhor que me salvasse, mesmo que eu tivesse que pagar por meus crimes e delítos, mas que a alma fosse para a habítação celestial salva do inferno. Nada era mais difícil do que encarar o resto da pequena família que restou. Pois tinha perdido o contato com meu pai verdadeiro também, e tudo o que tinha era a solidão que me roia por dento, como uma ratazana faminta quando encontra um pedaço da queijo. Os relacionamentos era outro grande problema, pois eu não conseguia ter sentimentos por nenhuma das namoradas que tinha naquela época. Passei a me deitar com uma e com outra sem nenhum compromisso, fazendo uso do corpo de uma jovem empregada trazida do nordeste, com seus 14 anos, comecei a negociar o corpo dela com os amigos da rua para que a possuissem, entre outras atitudes pervertidas. Levava para cama mulheres velhas, meninas virgens sem nenhum recato, tendo isso como meio de vida, além das tatuagens que fazia com maquina caseira e os serviços que prestava para traficantes da região. A coisa ficou insustentável, levando minha mãe-avó a tomar uma atitude desesperada para salvar minha vida, vendendo tudo o que tinha e indo eu e ela para a cidade de Goiânia, onde ela imaginava que por não ter amigos tudo seria diferente. Nada disso aconteceu, pois acabei conhecendo os drogados e traficantes da região, sendo acometido da primeira overdose da minha vida. Cheguei em casa sem ar, com o coração palpitando e uma enome dor no peito, porém tudo que minha mãe fez foi se ajoelhar ao meu lado e clamar, dizendo: _ Senhor, faça o que quizeres, tão somente permita-lhe conhecer a tua salvação! Dormi aquela noite como uma criança, mas no dia seguinte, lá estava eu novamente no submundo das drogas, pelo menos eu estava longe dos rituais satânicos por um tempo. Mas Deus começou a se mexer. Conheci ua moça muito bonita, de quem me afeiçoei muito. Ela também se atirou sobre mim com uma facilidade incrível, e após alguns encontros ela me contou que estava desviada da igreja, e que sentia uma saudade muito grande que a corroia por dentro, isso mexeu comigo, pois fiquei com medo de ser culpado do seu fracasso total. Uma tarde, já namorando a moça, ficamos sozinho no apartamento que eu morava, na rua 4 no centro de Goiânia; e começamos a nos abrasar, mais quando a coisa foi acontecer, eu não quis, pois o sentimento de culpa começou me enxer, quase me sufocando. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas hoje sei que estava na verdade descendo à casa do oleiro. Mais uma overdose, e essa foi fatal. Estava sozinho no apartamento, após uma longa noite de boca em boca, de bar em bar, quando os sintomas começaram, e caí na cama do meu quanto, vendo a morte se achegar a mim, fria, ela me jogou em um grande abismo, mesmo não vendo ninguém, a sensação era essa, a de cair em um abismo escuro e cheio de horror. A única lembrança que me vinha naquele momento era da igreja onde cresci, e a brincadeira de criança em baixo do banco enquanto escutava a voz do Reverendo Garrison, nosso pastor. Podia sentir o cheiro dos bancos, e ouvir a voz das crianças perguntando onde Deus ficava, pois alí era a casa Dele, e gastavamos tempo procurando atrás da grande cortina vermelha que ficava atrás do altar onde seria o lugar secreto onde Ele se escondia. Logo, eu quis estar lá novamente, nem que fosse mais uma vez, só uma! Meu coração estava batendo normalmente outra vez. Qualquer pessoa teria mudado de vida naquela hora, mas eu não. Tudo aconteceu mesmo no mês de Abril de 1994. Era um dia como os outros, e costumeiramente quando eu entrava no meu quarto, automaticamente batia a mão no aparelho de som para ligá-lo; assim o fiz. as a música não era conhecida, a fita K-7 também não, foi quando percebi que o Sérgio (Tio-irmão, e também pastor naquela cidade) fez uso do som, esquecendo a fita que gravara músicas do saudoso Sérgio Pimenta, dos Vencedores Por Cristo, e a letra dizia assim: “O pardal encontrou casa e a andorinha ninho para sí e eu encontrei teus altares Senhor, Rei meu e Deus me.” O texto retirado do salmo 84 e cantado pelo falecido músico, entrou em meu coração como se fosse uma adaga cortante, e foi penetrando dentro do meu coração, deixando transparecer toda a imundicia que estava na minha vida naquele momento. Me senti sujo, culpado e com muita vergonha de Deus. O Espirito Santo então, levou-me aos acampamentos da igreja, aos momentos onde no meio do mato, vimos as provas de que Ele estava conosco, os avivamentos, e de como era boa a presença dele. Então comecei a chorar, um choro suave, como se uma mão as enxugasse. Comecei a falar que sentia saudade, e que queria gritar, queria chorar, mas queria voltar, nem que tivesse que me humilhar, pedi, implorarei, mas não conhecia o caminho de volta… o som do choro foi interrompido por um choque, que começou subir dos pés à cabeça, e uma onda de amor começou a me envolver, a me limpar e soluçando fui tomado, de tal forma que perdi a conciência. Quando voltei a mim, era como se estivesse todo aquele tempo (eu não sei quanto tempo durou) no colo de Deus. A cama toda molhada de suor, deixava visivel a desentoxicação, a limpesa do corpo, da alma e do coração. Naquele momento, era como se tudo que eu tivesse vivido até aquele dia fosse tão distante como um sonho. Tudo era tão novo, e eu estava leve como um balão de gáz. Só queria continuar ali, quetinho para aquele tempo não passar. Tomei banho, como a muito tempo não fazia; me vesti com roupas de gente como a muito tempo não fazia, e fui saindo rumo a porta do apartamento; quando minha mãe me viu e perguntou o que tinha acontecido, pois eu estava diferente, e meu rosto não era mais o mesmo. Desconversando, falei que iria entrar na primeira igreja que eu encontrasse de portas abertas na cidade, e como que num milagre, a porta da rua se abriu e o Sérgio entrou me convidado para ir a um evento chamado de Night Gospel, onde ele seria o pregador da noite; sem alongar o assunto sai com ele porta afora, deixando minha mãe sem nada entender, partimos em seu opala creme, para o local do evento. Chegando lá, fui logo recebido por uma senhora, que me abraçando disse: _ que bom que você veio, esperavamos muito esse momento, Deus respondeu nossas orações! Não entendi nada, confesso, pois eu nunca a tinha visto aquela senhora antes, mas o que eu não sabia, era que aquela igreja já oravam por minha vida a muito tempo. Todo mundo vinha até mim, me abraçavam, diziam que me amavam, riam com ar de alegria e satisfação, mas eu não entendia nada. O evento então começou, e como se fosse uma sinfonia, todas as coisas estavam bem preparadas por Deus, para que aquele dia ficasse marcado em minha lembrança para o resto de minha vida. As músicas, as peças de teatro, enfim a palavra, tudo em uma sequencia de respostas para minha vida, e o texto? A parabola do filho pródigo. No momento do apelo, quando ví, já estava de joelho. As lagrimas desciam pelo meu rosto como uma cascata, aliviado, me senti amado novamente. Uma mão me tocou, e ao virar, Sérgio já embaixo disse: _Bem vindo a sua casa, a casa de seu PAI. Alí choramos abraçados por muito tempo. Grato, dediquei minha vida ao serviço do Mestre, começando o ministério com a missão norte americana Covenant Players, até os dias de hoje, onde me dedico ao ministério evangelistico, empenhando-me a conhecê-lo mais e mais, ganhando almas e buscando a aparência do amado da minha alma, meu bem maior, tudo o que tenho… JESUS!!! <º)}}}>< Sou grato por tudo… Pela paz… Pela família… Por ter você aqui, dentro de mim… Ao Senhor consagro minha vida! P.S: A rosa vermelha que o Senhor me mostrou no sonho contado no início, foi revelado em Anapolis no mesmo ano de minha conversão, por uma serva do Senhor que só vi uma única vez, onde disse que a flor era um ministério, e cada petala era um mistério. Ela nada disse sobre a casa, mas fica claro o significado da casa.
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Quinta - 24/05/2018 - 07:05:24